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Olá amores, tudo bem com vocês? Hoje trago um assunto que sempre aparece nos grupos de mães que participo, então acho super válido refletir e corrigir se estamos errando.

Depois de ter quatro crias, uma coisa eu posso afirmar pra vocês com toda a certeza do mundo. Não dá para comparar bebês. Apesar de muitos ~manuais de criação~ por aí e muitas regrinhas que todo mundo joga aos sete ventos, não existe fórmula mágica. Afinal, criar filhos não é uma ciência exata, já que existem muuuuitas variáveis.

 

Mesmo irmãos, que vivem na mesma casa e são criados com os mesmos princípios, são diferentes. Podem até parecerem entre si, fisicamente, mas nunca – jamais! – serão iguais. Há variações de gostos, estilos, preferências, opiniões, talentos e, claro, personalidades. É impossível alinhá-los.

 

Generalizar e – agora é que entra o perigo – compará-los é um equívoco e tanto pra mim. Não dá para achar que todos vão gostar das mesmas coisas ou cobrá-los por isso. Não dá para nivelá-los, julgando um como melhor que o outro. E não digo apenas entre irmãos, digo com todos os bebês e crianças do mundo.

 

Querer que A seja igual a B é diminuir A, é mostrar a ele que é errado ser como ele é. E isso não faz bem pra ninguém. E nem está certo, né?

 

É muito comum, em uma roda de amigos, ouvir mães e pais comparando seus bebês. O meu dorme a noite toda, mas o meu já brinca sozinho, mas o meu já dorme no berço, mas o meu já sabe engatinhar, mas o meu blábláblá.

 

Gente, as diferenças são lindas! Cada bebê é único, somos únicos e essa é a poesia. Não há melhor e nem pior. Há diferentes. E isso é ótimo! Fazer comparações só gera uma avalanche de frustrações. Primeiro, nos pais, que querem que o filho seja uma coisa que ele não é. Na criança, que se sente inferior. E até na criança usada de referência, pois a torna responsável por ser sempre um exemplo a ser seguido – re​sponsabilidade essa que não cabe a ela e nem a ninguém.

 

Comparar bebês é furada, gente! Curtam as particularidades de cada um, as qualidades, os defeitos. Cada um é único. Não é demais isso? 😉

 

Beijos!​

assinatura Sá ollebar

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