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” Os 13 porquês” ou “13 reasons why”, inspirado no livro de Jay Asher.

Novamente um assunto antes esquecido voltou com tudo para as redes sociais, parece que um ápice de consciência e empatia tem rondado a todos, e o bullying está sendo mais uma vez discutido. Tudo isso em função da nova série da netflix ” Os 13 porquês” ou “13 reasons why”, inspirado no livro de Jay Asher.

13 Reasons Why conta história de Clay (Dylan Minnette), que após o suicídio da amiga ( e paixonite) Hannah Baker (Katherine Langford), recebe uma caixa com várias fitas gravadas pela própria garota, que explicam os motivos pelos quais ela tirou a vida. Cada episódio é dedicado a uma das fitas, e uma pessoa, também responsável pelo suicídio. Não é mais uma série romantizada (só um pouquinho) sobre um drama adolescente , e ela trata a questão do bullying e outras agressões, como estupro e stalker, de maneira mais realista e sem tentar ser amena a cada grande choque.

 A série 13 reasons why está sendo muito importante no sentido de conscientizar e desmistificar do que se trata o bullying. Muitas vez acabamos acreditando que estar sofrendo bullying é ser apelidado com nomes maldosos e brincadeiras sem graça na escola, sim, de fato é, mas não se restringe só a isso, bullying é humilhar, segregar, perseguir, maltratar, diminuir, incansavelmente todos os dias. Tirar todas as forças da pessoa, e nunca deixá-la se regenerar. Fazendo isso, a pessoa se sente perdida,  a deriva , e sem ninguém para apoiar-se.

E nós adultos temos a péssima mania de negligenciar as dores dos nossos filhos na adolescência, dizendo que tudo é drama, ou então que vai passar, porém não passa, e é muito importante ouvi-los, estarmos atentos aos sinais. No caso da série 13 reasons why, Hannah se sentia sozinha, julgada o tempo todo, o machismo ajudou a ferir sua autoestima ainda mais, até estuprada a personagem foi, e depois de tudo isso quando tentou pedir ajuda, não foi ouvida,isso não é muito diferente do que acontece com adolescentes no nosso país, que pedem socorro todos os dias, e lhes são dadas as costas.

No Brasil 46,% dos jovens com faixa etária entre 13 e 15 anos estão envolvidos em casos de bullying, e um a cada 5 jovens nesse percentual é o agressor. Enquanto algo drastico não acontece, nós fechamos os olhos, portanto você deve se perguntar o que fazer para ajudar seus filhos, enquanto você ainda pode ajudá-lo,pois depois a sensação de impotência é inevitável.

Prestar atenção aos sinais, se seu filho anda muito retraído, sem vontade de ir para escola, conversando pouco, ou até mesmo machucado, você não precisa invadir a privacidade dele, contudo sempre tentar conversar,ir a escola saber como está seu desempenho, transmitir confiança e nunca diminuir seus sentimentos e angústias.

Agora nem sempre seu filho será a vítima, e para evitar que ele cause sofrimento a outras pessoas, o exemplo em casa é fundamental, porque normalmente as crianças reproduzem na escola o que aprendem em casa, logo se seu filho mora em um ambiente violento, homofóbico, misógino ou gordofóbico, ele irá copiar essas ações na escola, implicando com as meninas, com colegas que não reproduzam estereótipos masculinos, e principalmente, que são os casos mais comuns, com o tipo físico deles.

Até mais galera!

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