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Bora falar sobre pais, deixando para trás aqueles velhos conceitos de paternidade? Vem comigo?

 

Mãe e pai. 50% e 50%. Meio a meio. Responsabilidades divididas. Criação dividida. Cuidados divididos.

 

Desde sempre, o pai é tido como o ser que ajuda a mãe só quando ele pode. O ser que participa da reprodução, mas que só participa da criação nos finais de semana, sempre com diversão e sem responsabilidades.

 

A verdade é que, pra mim, essa versão de pai que eu exemplifiquei tá longe se ser a de um pai de verdade. Fomos acostumados a achar que deveria ser assim. Mas não é e essa falsa presença paterna fez que que acreditássemos nesse heroísmo mentiroso. Enquanto a mãe cumpre com suas responsabilidades, o pai é tirado delas sem nenhum transtorno. Ele sai de cena assim que a ~grande~ licença paternidade acaba e pronto. Aqueles cinco dias é tudo o que eles têm que fazer. De resto, é só levar no parque e dar beijinho de boa noite.

 

 

A participação do pai é tão importante quanto a da mãe e deve ser intensa na mesma proporção. Ter um pai presente, que cuide, que faça, que acorde, que dê banho, que troque fraldas, que nine, que eduque e que dê colo, é mostrar para o bebê que ele tem mais alguém em quem confiar 100%. O mundo não é só mamãe. Isso é positivo para todos!

 

Pais criam um vínculo pra lá de especial com os filhos, as mães diminuem o peso de sua jornada pra fazê-la ainda mais amparada e os filhos ganham mais amor e, segundo li outro dia sobre desenvolvimento infantil, ganham mais autoestima, independência e estabilidade emocional.

father-hugging-daughter

Como todos nós fomos criados com aquela construção familiar antiga, é preciso nos desconstruirmos um pouquinho. É preciso que soltemos um pouco as rédeas para entregá-las ao pai. Eles não foram criados para isso, mas podem, sim, se adaptar e se conectar com sua essência paterna para se virarem muito bem. Pode ser que errem numa coisinha aqui, outra ali, mas eles se encontram. E rapidinho, viu?

 

O machismo ~camuflado~ na nossa sociedade vai insistir para eles que eles não conseguem, que aquilo não é coisa para eles. Por isso, é preciso, sim, que os dois estejam com a mente aberta e atenta a essas pressões, para conseguir se desvencilhar e curtir uma criação linda e intensa. Uma maternidade e uma paternidade por inteira!

 

Pai é tão importante quanto mãe. Eles não amamentam, mas existem mil outras formas de criar vínculos. É essa divisão que faz toda a diferença. Pais, sejam pais, sem amarras.

 

Um super Beijo!​

assinatura Sá ollebar

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