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Oie amores, tudo bem? Pode parecer que eu estou super ciumenta com esse post, mas isso é sério.

Nós, aqui do lado ocidental do mundo, costumamos estranhar culturas que pregam pelos casamentos arranjados pelos pais, em que os noivos, muitas vezes, nem se conhecem. Meio maluco pensar em casar com alguém que você nunca viu, né? Mas o que eu acho mais estranho ainda é casar bebês, mesmo que seja de brincadeirinha.

 

Com certeza você já deve ter dito várias vezes ou, pelo menos, ter presenciado conversas assim. É só ver dois bebês de sexos opostos um do lado do outro que logo alguém já solta um “olha, futuros namoradinhos”.

 

Mas são bebês. Bebês que ainda não têm nenhum poder de decisão – e nem interesse – em suas vidas amorosas. Bebês que podem ter orientações sexuais distintas. Bebês que podem ter as mais variadas personalidades.

 

Por que não dizer “ai, eles vão brincar tanto juntos!” ou “eles podem ser grandes amigos”. Só dizem isso quando são bebês do mesmo sexo. Se são duas meninas ou dois meninos, pronto: vão arrasar na balada, vão jogar muita bola juntos, vão brincar, vão estudar juntos, etc etc etc.

 

A dica de hoje é: vamos tirar as conotações sexuais quando a gente se refere a bebês? Sei lá, acho que já tá na hora, né?

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