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Oi, meus amores! Hoje é dia de tema polêmico! hahaha O tal do desfralde, temido por uns, amado por outros. Tem gente que quer adiar ao máximo essa fase, por medo. Outros não veem a hora de parar com o troca-troca de fraldas. Mas, independente da ansiedade ou não dos pais, o momento precisa ser tratado com bastante delicadeza e cuidado. E, principalmente, no ritmo do bebê.

 

A partir dos 18 meses, pode ser (pode ser!) que seu bebê já demonstre alguns sinais de que está pronto para vocês começarem a pensar no desfralde. Separei alguns deles:

 

. Fica com a fralda seca por mais de três horas.

. Reclama quando está com a fralda molhada de xixi.

. Avisa quando quer fazer xixi e cocô.

. Faz xixi e cocô mais ou menos no mesmo horário sempre, meio que uma rotina.

. Faz bastante xixi de uma só vez.

. Fica de olho quando vê os adultos e outras crianças indo ao banheiro.

 

Fora isso, claro, o bebê já tem que saber andar, ter mais consciência corporal e estar apto a entender o que os adultos falam. Tudo isso é importante e faz parte do processo. Um desfralde sem a criança conseguir, por exemplo, prestar atenção e entender o que os pais falam, acaba gerando estresse e só.

 

A partir daí, a gente vai incentivando o bebê a prestar cada vez mais atenção nas suas necessidades, nas suas vontades e no controle do seu corpo. Tudo sempre com muita calma, com muita conversa. Parar de usar fraldas é um marco na vida dele, uma renúncia. Ele tem que estar preparado para esse momento, tem que se sentir seguro. É uma das primeiras coisas que ele abrirá mão na vida e que gerará uma mudança muito grande. Fazer esse processo de forma lenta e sensível conta também para o futuro dele.

 

Aí você vai dizer: Sá, tá tudo muito lindo, mas meu filho vai pra escola, como eu sincronizo tudo isso? Pois é, amores! Na maioria das vezes, as escolas colocam uma certa pressão para o desfralde. Correm para tirar a fralda até os dois anos, falam de independência, autonomia, etc. Mas acalme-se. Cada criança tem seu tempo e essa é uma decisão dos pais. A escola deve ser avisada da decisão e orientada para seguir com o mesmo ritmo que a criança tem em casa. O mesmo vale para babás, avós, tios ou afins que cuidem do pequeno.

 

Se você optar pelo penico, atente-se de usá-lo sempre no banheiro. Às vezes, a gente cede, deixa usar no quarto ou na sala e depois fica mais difícil ainda a transição. Se for usar aqueles redutores de vaso sanitário, coloque sempre uma escadinha com apoio para os pés do pequeno, porque dá mais segurança pra eles e ajuda na hora de fazer força pro cocô.

 

Quando der início ao processo, uma das coisas que acho mais importante é a atenção constante. Perguntar ao pequeno, a cada 20 ou 30 minutos, se ele quer ir ao banheiro o ajuda a prestar atenção nele mesmo e a evitar acidentes. E, se houver acidentes, evite fazer muito auê. Acho que, se ele ganhar muita atenção nessa hora, pode acabar vendo esse momento de escape como uma forma de ter a atenção dos pais. O mesmo vale para a hora de colocar a fralda para dormir (essa fralda a gente costuma manter por um bom tempo, até passar períodos seguidos acordando com ela seca). Em silêncio, sem muita algazarra.

 

Gente, falei demais! Hahaha A verdade é que esse assunto dá bastante “pano pra manga”. Eu tô aqui me preparando psicologicamente pro desfralde do Fred, que não está muito longe. E sei que tem mais coisas ainda pra falar sobre o tema. Mas, depois, eu volto aqui e tagarelo mais com vocês 😉

 

Beijos!

assinatura Sá ollebar

 

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